Sobre independência financeira…

No último post escrevi sobre a necessidade de sairmos da primeira categoria para a terceira, de parar de dever dinheiro e passar a ter dinheiro trabalhando para nós. Esse é um passo muito importante porque o Dinheiro é o melhor trabalhador que podemos ter.

Quando o Dinheiro trabalha para você, ele não se cansa e trabalha 24 horas por dia, 7 dias por semana. Ele também pode trabalhar em qualquer ramo do mercado, sem pré-requisitos. Além disso, todo dinheiro gerado pelo seu primeiro trabalhador Dinheiro passa a trabalhar para você também!

Certamente algumas precauções devem ser tomadas quando colocar seu dinheiro para trabalhar para você:

  • Conhecer a área em que seu dinheiro está trabalhando. Ele não precisa conhecer, mas você deve saber quais os riscos que está assumindo para minimiza-los. Nunca reformou uma casa nem lidou com aluguel de imóvel para terceiros? Não é uma boa idéia realizar seu primeiro investimento num imóvel para alugar.
  • Não pensar que o dinheiro vai trabalhar por você, pelo menos não ainda! O dinheiro tem que trabalhar com você. Todo mês que você não gasta tudo o que ganhar, coloque o restante para trabalhar com você e com seu dinheiro.
  • Não seja enganado por promessas de sucesso fácil. Pesquise muito bem sobre o ramo em que pretende entrar, tenha paciência. Se a sua busca é por independência financeira, assim como a minha, alguns meses de estudo vão lhe salvar de muitos problemas ao longo dos 20 anos ou mais em que estará nesse caminho escolhido.

Essas são precauções que vão lhe ajudar a ter sucesso nesse life style que é a busca pela independência financeira. Mas o que, de fato, é a IF? Cada pessoa tem sua definição, mas todas se resumem ao básico de ter riqueza pessoal suficiente para viver, sem ter que trabalhar para suprir suas necessidades básicas.

Para um as necessidades básicas podem ser o aluguel de uma casinha no interior, com assinatura de televisão e alguns livros. Para outro pode ser um apartamento no centro da cidade, trocando de carro a cada 3 anos e saindo para jantar 2 vezes por semana.

A beleza do conceito de independência financeira é que ele muda de pessoa para pessoa e muda com o tempo! Hoje, solteiro e com 23 anos, minha independência financeira seria um apartamento de 50m², no centro da cidade, com bom acesso a internet. Em 15 anos pode ser uma casa com quintal para meus filhos poderem brincar. Em 30 anos pode ser uma casa no campo, na beira de um lago para que eu possa passar o restante da minha vida.

Essas mudanças podem ser acomodadas com facilidade se, ao invés de eu depender de um salário em que eu tenha que trabalhar 40 horas por semana, eu tiver uma riqueza pessoal acumulada suficiente para cobrir meus gastos, fazendo com que meu único problema seja decidir onde passar a vida.

E para você, qual o seu conceito de independência financeira?

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Sobre nossos primeiros passos…

Muitos aspectos de nossa vida não podemos controlar e mesmo aqueles que temos domínio completo acabamos por não dar atenção suficiente.

Aqui vamos aprender a dar atenção a um ponto estratégico de nossas vidas:

 Como cuidamos e o que fazemos com nosso dinheiro.

Podemos enquadrar qualquer pessoa em três categorias de acordo com seu patrimônio pessoal:

  1. Devedoras;
  2. Em equilíbrio;
  3. Credoras.

Quem busca tranquilidade financeira deve aprender a sair da primeira categoria, aqueles que devem mais dinheiro do que possuem, e alcançar a segunda categoria. Esse é um passo muito importante pois todo mês, para cada real devido não pago, a conta aumenta de acordo com a porcentagem de juros devido sobre o capital.

Já quem busca sucesso financeiro deve aprender a sair da segunda categoria, aqueles que gastam tudo o que ganham, e entrar para a terceira categoria. Essa é a categoria daqueles que fazem o dinheiro que possuem trabalhar para si mesmo!

Para entendermos melhor como isso funciona podemos comparar dois tipos de pessoa, uma devendo R$1000,00 no cartão de crédito do Banco do Brasil com taxa de juros de 9,89%/mês e outra com R$1000,00 investidos em ações do Banco do Brasil, após um ano aquele devendo no cartão estaria devendo R$3100,97 ao banco enquanto o dono das ações teria aproximadamente R$1198,57 (dez/2013 a dez/2014).

Representação da (des)valorização de 1000 reais em dois tipos de aplicação.

Representação da (des)valorização de 1000 reais em dois tipos de aplicação.

Em verde temos o resultado do valor de ações do Banco do Brasil – BBAS3 conforme sua valorização e distribuição de dividendos. Em vermelho o aumento do saldo devedor para um cartão de crédito do mesmo banco.

Convencido da necessidade de sair da primeira categoria para a terceira? Se sim, continue lendo o que tenho a compartilhar e juntos vamos em busca de nossa independência financeira, conceito que vou explicar nas próximas postagens.

Se não se convenceu da necessidade de manter controle sobre suas finanças pessoais, reflita sobre o preço do prazer imediato, aquele que o leva a ter dívidas no cartão de crédito. Tente se lembrar nos últimos 3 anos de compras do passado e se hoje você as repetiria.

A única pessoa que pode decidir os planos de seu futuro financeiro é você. Eu já decidi o meu.